e hoje o que eu sou,
se não um amor que desmaiou?
um sonho tímido
um muro sem fim.
agrado
sexta-feira, 27 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
eu quero te prender
te guardar em um disco voador
sem ponteiros e sem termômetro
em que só exista um instante
que te faça feliz
que só
você exista
infinito!
até minha alma mudar de cor
e mais experiente que eu
muito mais experiente que eu
você subitamente caia
meteórica e incandescente
pra me ensinar que podemos nos prender a apenas uma coisa
uma única coisa
sem ponteiros e sem termômetro
luminosa
(L. está offline, esta madrugada vou sonhar com supernovas)
te guardar em um disco voador
sem ponteiros e sem termômetro
em que só exista um instante
que te faça feliz
que só
você exista
infinito!
até minha alma mudar de cor
e mais experiente que eu
muito mais experiente que eu
você subitamente caia
meteórica e incandescente
pra me ensinar que podemos nos prender a apenas uma coisa
uma única coisa
sem ponteiros e sem termômetro
luminosa
(L. está offline, esta madrugada vou sonhar com supernovas)
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
saí daquela porta caminhando
sobre meus próprios estilhaços
(não, você não quer mais me ver)
as casas e os carros parados
andavam incrivelmente mais rápidos
que de costume
os estilhaços desmoronavam
se agarravam aos meus braços
com medo de se extinguirem nos pingos d´agua
que decolavam até as telhas de zinco
(não vou acordar cedo amanhã)
uma parte de mim está nublada
sobre meus próprios estilhaços
(não, você não quer mais me ver)
as casas e os carros parados
andavam incrivelmente mais rápidos
que de costume
os estilhaços desmoronavam
se agarravam aos meus braços
com medo de se extinguirem nos pingos d´agua
que decolavam até as telhas de zinco
(não vou acordar cedo amanhã)
uma parte de mim está nublada
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Lume koan
está além do entendimento
o porquê do fogo sublimar os arrozais
os arranha-céus e os lírios
se nunca fomos a centelha
que despenca em slow
motion sob as pétalas
nuas
o porquê do fogo sublimar os arrozais
os arranha-céus e os lírios
se nunca fomos a centelha
que despenca em slow
motion sob as pétalas
nuas
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